‘Senadores’

Entrevista candidato ao senado – Moacir Bueno ao Jornal Correio Brasiliense

Entrevista – Moacir Bueno ao Jornal Correio Brasiliense

O candidato do PV ao Senado Federal destaca a importância de construir um estado com sustentabilidade econômica e social

  • LILIAN TAHAN
Monique Renne/CB/D.A Press

Moacir Bueno é paulista, já foi candidato a deputado estadual em Santa Catarina, mas nestas eleições vai tentar mandato de senador da República pelo Distrito Federal, onde mora há 25 anos. Talvez por ter criado vínculos em outras regiões do país é que o candidato ao cargo majoritário pelo PV encampe um discurso voltado para temas nacionais.

O concorrente tem como propostas de campanha as reformas política e tributária como parte da solução para resolver problemas que, segundo acredita, estão ligados a uma sociedade materialista. “As pessoas precisam de um novo modo de vida, não apenas em cima do consumo. Hoje, a realização está em comprar bens e objetos. Isso é felicidade?”, questiona o candidato.

Para Moacir, bem-estar é um conceito vinculado às bandeiras do Partido Verde. “Queremos que as pessoas aumentem o nível de consciência e passem a pensar nas futuras gerações. O planeta está em fase terminal. Só que a sociedade ainda não tem consciência disso”, acredita.

Um caminho apontado pelo político, que já testou candidatura para deputado distrital e não obteve sucesso, é um incentivo do governo aos chamados produtos limpos, que, segundo explica na entrevista concedida ao Correio, são aqueles orgânicos, sem agrotóxicos ou que não se valem de insumos químicos nem de mão de obra escrava, por exemplo. “Esses devem ter tributação menor, o que pode ajudar a mudar os hábitos das pessoas”, defende o candidato-biólogo, que se especializou em gestão de biodiversidade e hoje trabalha no Instituto Chico Mendes. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Por uma vida menos focada no material

Qual a intenção do senhor com o Distrito Federal, quando resolveu se candidatar ao Senado?
O papel do senador é pensar, em primeiro lugar, no país e também no estado que ele representa. Venho trabalhando há alguns anos numa série de propostas cujo eixo principal é construir um estado e um país com sustentabilidade social, em que o conjunto da sociedade tenha suas necessidades fundamentais atendidas e que tenhamos sustentabilidade econômica. Devemos lembrar que a economia desempenha um papel importante, desde que seja entendida como um meio e não um fim para uma sociedade mais justa.

Críticos alegam que a bandeira do ecologicamente correto defendida pelo Partido Verde emperra o desenvolvimento. Como conciliar evolução econômica respeitando a sustentabilidade ambiental?
A Marina Silva explica isso bem, dizendo que a oposição entre desenvolvimento e meio ambiente é falsa. São questões complementares. O PV tem um viés socioambiental, não se trata apenas de uma questão ambiental. Até porque ser verde implica estar preocupado com uma questão social, econômica e ambiental. O que a gente quer é um modelo de sociedade durável, que leve em conta as futuras gerações.

Numa sociedade como a do DF, com pendências nas áreas da
saúde, transporte, segurança, emprego e educação, a causa
do PV não é monotemática?

A nossa causa é socioambiental. Então, se os princípios fundamentais da sociedade são atendidos com uma economia dinâmica que dê garantias de um ambiente mais conservado, isso será bom para todo o mundo. O que não é bom é um modelo do desenvolvimento pelo desenvolvimento, da economia pela economia, do lucro pelo lucro.

O PV não tem entre seus políticos nenhum representante com
mandato no DF. As pessoas não compreendem a causa verde ou não estão preocupadas com a sustentabilidade ambiental?

O PV é uma das maiores forças políticas que existem hoje. Reúne a maior confederação de partidos do mundo, com 143 legendas. Estamos preocupados em trazer a consciência socioambiental para as pessoas, queremos fazer um novo modelo de política, sem comprar eleitores nem mandato. Queremos que as pessoas entendam o significado de um formato de sociedade cuja causa socioambiental esteja no centro. É um processo de longo prazo e temos de ser persistentes. Hoje, o PV tem 16 deputados federais, já não é um partido nanico. Estamos crescendo e muito, temos até senador da República. Nestas eleições, somos um dos poucos partidos com candidato à Presidência da República.

O fato de ter Marina Silva como puxadora de votos pode ajudar o partido a fazer, pelo menos, um deputado distrital em outubro?
Não temos dúvida disso. Quem anda em Brasília encontra muita gente falando que vai votar nela, não só pelo potencial eleitoral que a Marina tem, mas pelo que ela está propondo. Os outros candidatos pararam no século 20. A Marina é a candidata do século 21. No caso do DF, o governador na dianteira está impugnado. Agnelo (Queiroz), até poucos dias atrás, não tinha a candidatura deferida. Os senadores das coligações estão com problemas. A Abadia, por exemplo, ainda enfrenta contestação do Ministério Público. Isso abre perspectivas para o nosso projeto de renovação no Congresso. O Ficha Limpa criou impedimentos para vários políticos, situação que a gente não sabe bem como vai terminar. Por isso, temos possibilidades reais.

Dentro de um contexto do que pode ser considerado ecologicamente correto, o que falta para o DF andar em conformidade com os preceitos defendidos pelo PV?
Defendemos que as pessoas estejam comprometidas com a construção de uma sociedade que não viva apenas com objetivos imediatistas. Queremos que as pessoas aumentem o nível de consciência e pensem nas futuras gerações. Nos últimos 50 anos, destruímos o país, o planeta está em fase terminal. Só que a sociedade ainda não tem consciência disso. Só governo, técnicos, políticos sabem. As pessoas precisam de um novo modo de vida, não apenas em cima do consumo. Hoje, a realização da sociedade está em comprar bens e objetos. Isso é felicidade? O conceito que temos é diferente. As pessoas devem ter acesso à saúde, à boa educação. É necessária uma mudança radical no comportamento.

O que um senador da República pode fazer para interferir nos
costumes e hábitos de consumo das pessoas?

Uma série de reformas, primeiro a política. Defendo uma reforma radical no sentido de que a vida de um parlamentar não pode ser profissional. Cada cidadão deve se eleger só uma vez e depois voltar para a atividade civil. Nos anos em que a pessoa tiver mandato, poderá propor e fazer tudo o que estiver ao seu alcance para melhorar a sociedade. Depois, retornará à sua atividade. No Brasil, há apenas os políticos profissionais. Um dentista, por exemplo, deixa sua área de atuação para se tornar deputado e abandona o consultório. Se ficar no mandato por quatro anos, poderá voltar e fazer o que fazia. Se permanecer oito, 10 ou até 12 anos, vira político profissional, cheio de vícios e compromissos firmados com forças, setores e empresas para se eleger. Isso é o que leva ao caos político e a um Congresso desacreditado.

Que outros projetos podem repercutir na rotina das pessoas para que se tornem menos materialistas e mais socioambientais?
Temos de fazer uma reforma tributária dando prioridade aos produtos limpos e sustentáveis produzidos segundo uma cadeia econômico-ecológica, que não utiliza mão de obra escrava nem agrotóxicos. Esses produtos merecem ter tributação menor — porque se um produto limpo, orgânico e bom para a saúde tiver o mesmo preço de um alimento transgênico, cheio de agrotóxico e insumos químicos, então não teremos mudança na sociedade. A energia é outro ponto central. O atual governo sujou a nossa matriz energética através da queima do óleo. O subproduto do petróleo pode até ser utilizado para fins nobres, com a produção de insumos utilizados pela sociedade. A geração de energia, no entanto, tem que mudar de matriz.

O DF tem um deficit habitacional de, pelo menos, 59 mil moradias. O surgimento de invasões é um dos resultados da falta de uma política eficiente para lidar com essa demanda. Qual a proposta do PV para resolver esse problema?
Temos um programa de moradia popular de baixo custo e que pode se tornar mais confortável do que o proposto pelo governo federal. É possível construir uma casa popular com produtos até 95% feitos de materiais recicláveis, com o custo muito mais baixo do que o programa Minha casa, minha vida. É o que chamamos de casa ecológica, produzida com tecnologia limpa que preserva áreas verdes e reduz o impacto ambiental. Além disso, essa casa do Minha casa, minha vida é um ovo. O nosso projeto não é assim. Pretendemos construir casas com água aquecida. Imaginamos até colocar banda larga para todos terem acesso à internet.

O senhor calculou o custo no orçamento de um projeto como esse?
É uns 40% mais barato que o Minha casa, minha vida.

O que significa em valores?
Uma economia de R$ 32 mil em casas atualmente construídas num patamar de R$ 80 mil.

http://www2.correiobraziliense.com.br/cbonline/cidades/pri_cid_46.htm

Candidato diz que lutou contra os poderes “político” e “financeiro”

O candidato o Partido Verde (PV) ao Senado, Antônio Florentino, durante entrevista no Jornal do Piauí de hoje (30), afirmou que seus maiores adversários nesta campanha foram os poderes “político” e “financeiro” presentes no Estado.

Leia aqui.

Link para consultar lista de candidatos em todo o Brasil

http://divulgacand2010.tse.jus.br/divulgacand2010/jsp/framesetPrincipal.jsp

Obs. se o link der erro clique no estado desejado.

Entrevista – Moacir Bueno, candidato a senador pelo DF, ao Jornal Correio Brasiliense

Entrevista – Moacir Bueno ao Jornal Correio Brasiliense

O candidato do PV ao Senado Federal destaca a importância de construir um estado com sustentabilidade econômica e social

·  LILIAN TAHAN

Monique Renne/CB/D.A Press

Moacir Bueno é paulista, já foi candidato a deputado estadual em Santa Catarina, mas nestas eleições vai tentar mandato de senador da República pelo Distrito Federal, onde mora há 25 anos. Talvez por ter criado vínculos em outras regiões do país é que o candidato ao cargo majoritário pelo PV encampe um discurso voltado para temas nacionais.

O concorrente tem como propostas de campanha as reformas política e tributária como parte da solução para resolver problemas que, segundo acredita, estão ligados a uma sociedade materialista. “As pessoas precisam de um novo modo de vida, não apenas em cima do consumo. Hoje, a realização está em comprar bens e objetos. Isso é felicidade?”, questiona o candidato.

Para Moacir, bem-estar é um conceito vinculado às bandeiras do Partido Verde. “Queremos que as pessoas aumentem o nível de consciência e passem a pensar nas futuras gerações. O planeta está em fase terminal. Só que a sociedade ainda não tem consciência disso”, acredita.

Um caminho apontado pelo político, que já testou candidatura para deputado distrital e não obteve sucesso, é um incentivo do governo aos chamados produtos limpos, que, segundo explica na entrevista concedida ao Correio, são aqueles orgânicos, sem agrotóxicos ou que não se valem de insumos químicos nem de mão de obra escrava, por exemplo. “Esses devem ter tributação menor, o que pode ajudar a mudar os hábitos das pessoas”, defende o candidato-biólogo, que se especializou em gestão de biodiversidade e hoje trabalha no Instituto Chico Mendes. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Por uma vida menos focada no material

Qual a intenção do senhor com o Distrito Federal, quando resolveu se candidatar ao Senado?
O papel do senador é pensar, em primeiro lugar, no país e também no estado que ele representa. Venho trabalhando há alguns anos numa série de propostas cujo eixo principal é construir um estado e um país com sustentabilidade social, em que o conjunto da sociedade tenha suas necessidades fundamentais atendidas e que tenhamos sustentabilidade econômica. Devemos lembrar que a economia desempenha um papel importante, desde que seja entendida como um meio e não um fim para uma sociedade mais justa.

Críticos alegam que a bandeira do ecologicamente correto defendida pelo Partido Verde emperra o desenvolvimento. Como conciliar evolução econômica respeitando a sustentabilidade ambiental?
A Marina Silva explica isso bem, dizendo que a oposição entre desenvolvimento e meio ambiente é falsa. São questões complementares. O PV tem um viés socioambiental, não se trata apenas de uma questão ambiental. Até porque ser verde implica estar preocupado com uma questão social, econômica e ambiental. O que a gente quer é um modelo de sociedade durável, que leve em conta as futuras gerações.

Numa sociedade como a do DF, com pendências nas áreas da
saúde, transporte, segurança, emprego e educação, a causa
do PV não é monotemática?

A nossa causa é socioambiental. Então, se os princípios fundamentais da sociedade são atendidos com uma economia dinâmica que dê garantias de um ambiente mais conservado, isso será bom para todo o mundo. O que não é bom é um modelo do desenvolvimento pelo desenvolvimento, da economia pela economia, do lucro pelo lucro.

O PV não tem entre seus políticos nenhum representante com
mandato no DF. As pessoas não compreendem a causa verde ou não estão preocupadas com a sustentabilidade ambiental?

O PV é uma das maiores forças políticas que existem hoje. Reúne a maior confederação de partidos do mundo, com 143 legendas. Estamos preocupados em trazer a consciência socioambiental para as pessoas, queremos fazer um novo modelo de política, sem comprar eleitores nem mandato. Queremos que as pessoas entendam o significado de um formato de sociedade cuja causa socioambiental esteja no centro. É um processo de longo prazo e temos de ser persistentes. Hoje, o PV tem 16 deputados federais, já não é um partido nanico. Estamos crescendo e muito, temos até senador da República. Nestas eleições, somos um dos poucos partidos com candidato à Presidência da República.

O fato de ter Marina Silva como puxadora de votos pode ajudar o partido a fazer, pelo menos, um deputado distrital em outubro?
Não temos dúvida disso. Quem anda em Brasília encontra muita gente falando que vai votar nela, não só pelo potencial eleitoral que a Marina tem, mas pelo que ela está propondo. Os outros candidatos pararam no século 20. A Marina é a candidata do século 21. No caso do DF, o governador na dianteira está impugnado. Agnelo (Queiroz), até poucos dias atrás, não tinha a candidatura deferida. Os senadores das coligações estão com problemas. A Abadia, por exemplo, ainda enfrenta contestação do Ministério Público. Isso abre perspectivas para o nosso projeto de renovação no Congresso. O Ficha Limpa criou impedimentos para vários políticos, situação que a gente não sabe bem como vai terminar. Por isso, temos possibilidades reais.

Dentro de um contexto do que pode ser considerado ecologicamente correto, o que falta para o DF andar em conformidade com os preceitos defendidos pelo PV?
Defendemos que as pessoas estejam comprometidas com a construção de uma sociedade que não viva apenas com objetivos imediatistas. Queremos que as pessoas aumentem o nível de consciência e pensem nas futuras gerações. Nos últimos 50 anos, destruímos o país, o planeta está em fase terminal. Só que a sociedade ainda não tem consciência disso. Só governo, técnicos, políticos sabem. As pessoas precisam de um novo modo de vida, não apenas em cima do consumo. Hoje, a realização da sociedade está em comprar bens e objetos. Isso é felicidade? O conceito que temos é diferente. As pessoas devem ter acesso à saúde, à boa educação. É necessária uma mudança radical no comportamento.

O que um senador da República pode fazer para interferir nos
costumes e hábitos de consumo das pessoas?

Uma série de reformas, primeiro a política. Defendo uma reforma radical no sentido de que a vida de um parlamentar não pode ser profissional. Cada cidadão deve se eleger só uma vez e depois voltar para a atividade civil. Nos anos em que a pessoa tiver mandato, poderá propor e fazer tudo o que estiver ao seu alcance para melhorar a sociedade. Depois, retornará à sua atividade. No Brasil, há apenas os políticos profissionais. Um dentista, por exemplo, deixa sua área de atuação para se tornar deputado e abandona o consultório. Se ficar no mandato por quatro anos, poderá voltar e fazer o que fazia. Se permanecer oito, 10 ou até 12 anos, vira político profissional, cheio de vícios e compromissos firmados com forças, setores e empresas para se eleger. Isso é o que leva ao caos político e a um Congresso desacreditado.

Que outros projetos podem repercutir na rotina das pessoas para que se tornem menos materialistas e mais socioambientais?
Temos de fazer uma reforma tributária dando prioridade aos produtos limpos e sustentáveis produzidos segundo uma cadeia econômico-ecológica, que não utiliza mão de obra escrava nem agrotóxicos. Esses produtos merecem ter tributação menor — porque se um produto limpo, orgânico e bom para a saúde tiver o mesmo preço de um alimento transgênico, cheio de agrotóxico e insumos químicos, então não teremos mudança na sociedade. A energia é outro ponto central. O atual governo sujou a nossa matriz energética através da queima do óleo. O subproduto do petróleo pode até ser utilizado para fins nobres, com a produção de insumos utilizados pela sociedade. A geração de energia, no entanto, tem que mudar de matriz.

O DF tem um deficit habitacional de, pelo menos, 59 mil moradias. O surgimento de invasões é um dos resultados da falta de uma política eficiente para lidar com essa demanda. Qual a proposta do PV para resolver esse problema?
Temos um programa de moradia popular de baixo custo e que pode se tornar mais confortável do que o proposto pelo governo federal. É possível construir uma casa popular com produtos até 95% feitos de materiais recicláveis, com o custo muito mais baixo do que o programa Minha casa, minha vida. É o que chamamos de casa ecológica, produzida com tecnologia limpa que preserva áreas verdes e reduz o impacto ambiental. Além disso, essa casa do Minha casa, minha vida é um ovo. O nosso projeto não é assim. Pretendemos construir casas com água aquecida. Imaginamos até colocar banda larga para todos terem acesso à internet.

O senhor calculou o custo no orçamento de um projeto como esse?
É uns 40% mais barato que o Minha casa, minha vida.

O que significa em valores?
Uma economia de R$ 32 mil em casas atualmente construídas num patamar de R$ 80 mil.

http://www2.correiobraziliense.com.br/cbonline/cidades/pri_cid_46.htm

Fábio Feldmann com Marina Silva em SP

Política

Marina Silva defende apuração rigorosa às denúncias de violação de dados da Receita

A candidata verde não quis vincular o seu crescimento nas pesquisas eleitoras à briga entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra na corrida à presidência

Da Redação

A candidata do PV à presidência da República, Marina Silva, defendeu neste sábado uma apuração rigorosa às denúncias de violação de dados sigilosos da Receita Federal. Marina afirmou que o erro e o dolo não podem ser banalizados e disse que a população brasileira merece uma satisfação do que está ocorrendo. Nesta sexta-feira, a servidora da Receita Federal Ana Maria Rodrigues Caroto Cano disse à Polícia de São Paulo que foi orientada pela corregedoria do Fisco a obter declarações de 23 pessoas que tiveram o sigilo fiscal violado. O objetivo seria fazê-las afirmar que haviam autorizado o acesso aos dados fiscais, como forma de eximi-la de culpa. Filiada ao PMDB, Ana Maria é uma das servidoras investigadas por acessos imotivados ao Imposto de Renda do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, e de outros tucanos.

- É preciso apuração, punição e transparência – disse Marina.

A candidata verde não quis vincular o seu crescimento nas pesquisas eleitoras à briga entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra na corrida à presidência. De acordo com a última pesquisa Datafolha, encomendada pela TV Globo e jornal Folha de São Paulo, Dilma não foi atingida pelo escândalo da quebra de sigilo fiscal de tucanos por pessoas ligadas ao PT e se manteve na frente, com 50% das intenções de votos. Dilma tem 23 pontos de vantagem sobre o candidato do PSDB à Presidência, que aparece com 27% das intenções de voto. A candidata do PV oscilou de 10% para 11%. Os demais candidatos não somaram 1% das intenções de voto, cada. José Serra se disse indignado com a violação de dados do seu genro, o empresário Alexandre Bourgeois, e de sua filha Verônica Allende Serra.

- Não sou da política do quanto pior melhor. Não faço oposição por oposição. O tempo todo eu discuto propostas. Não entro no jogo do vale tudo para ganhar uma eleição. Não vou me transformar naquilo que estou debatendo. Vou defender uma política séria. Eu discuto com Serra e Dilma respeitando os dois – afirmou.

Depois de se encontrar com jovens do Partido Verde, Marina Silva visitou, junto com o candidato ao governo de São Paulo, Fábio Feldmann, e o candidato ao senado pelo partido, Ricardo Young, uma feira livre na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, na zona oeste da capital. Ela conversou com feirantes e pediu votos. Aos jornalistas, disse que o Brasil precisa adquirir uma cultura de combate ao desperdício. Segundo ela, no Brasil se disperdiça uma quantidade de alimentos necessária para alimentar cerca de 30 milhões de pessoas. Ela disse que há também um desperdício enorme de água tratada.

- Há também cultura do desperdício, inclusive pelo dreno da corrupção, tem que acabar. Nós temos que ter mecanismos de controle para cada vez mais tenhamos eficiência em relação à gestão pública, ao uso dos recursos naturais, dos recursos humanos e dos recursos financeiros – afirmou.

A candidata se disse animada com as pesquisas e afirmou que é muito importante que o candidato vote em quem acredita. Segundo ela, somente assim será possível levar para o segundo turno uma melhor proposta.

O Globo Online – RJ
11/09/2010 – 13:30

Senador/DF – Entrevista de Cadu Valadares na Rádio CBN

Fui entrevistado hoje na Rádio CBN pelo jornalista Estevão Damásio. Vários temas foram abordados e é uma excelente oportunidade para que você conheça um pouco mais sobre minha pessoa e minhas propostas.

Falamos sobre moralização do Congresso, atuação parlamentar, propostas legislativas e diversos outros temas.

Gostaria que você ouvisse a matéria na íntegra e depois deixasse o seu comentário. É com sua participação que nossa campanha será vitoriosa. (http://www.cbn.com.br/Player/player.htm?audio=2010%2Fnoticias%2Fsenadobsb_100810&OAS_sitepage=cbn)

Marina se encontra com candidatos do PV

O PV organizou um encontro entre Marina Silva e os candidatos aos governos estaduais e ao Senado para a produção de material oficial de campanha. O partido disputa o governo estadual em 11 Estados. Houve sessões de fotos e vídeos. Assista ao vídeo com o making of das gravações:

As florestas e o clima, por Ricardo Young

Honrado com o convite para assinar esta coluna semanal, começo minha participação com um tema polêmico, que preocupa todos os envolvidos com a causa ambiental. Pouco mais de seis meses atrás, em Copenhague, o mundo se reuniu para debater a construção de política global de combate às mudanças climáticas. O Brasil se adiantou e chegou [...]

Antonio Florentino diz que quer derrubar “gigantes” da política

Do site Cidade Verde (PI):

O engenheiro e sindicalista Antonio Florentino (PV), foi o segundo entrevistado do Notícia da Manhã na série de sabatinas com os candidatos ao Senado. Caracterizando-se como desenvolvimentista, Antonio Florentino disse que pretende tirar do poder políticos “gigantes”. Ele ainda criticou os números da educação do atual governo.

“Somos novos no meio e queremos legislar em prol do povo. Na área sindical temos projetos de engenharia utilizada como forma de desenvolver o país. Estamos no meio de gigantes alguns há 50 anos no poder. Nós vamos apresentar o novo”, declarou.

Para Antonio Florentino, o papel do senador é conseguir dinheiro para a implementação de projetos de desenvolvimento sustentável, base do programa de governo do Partido Verde.

O engenheiro criticou os números conseguidos pelo Piauí no Ideb, divulgados essa semana pelo Ministério da Educação. Ele caracterizou como vergonhoso os índices do Estado. “O resultado do Ideb é uma vergonha. Tive que mandar meus filhos para fora do Estado em busca de um ensino público de qualidade”, contou.

Ricardo Young fará uso intensivo das mídias sociais

Do site do PV-SP:

Conhecer as propostas de um candidato apenas por meio das mídias tradicionais é limitar o contato e a troca de informações com o eleitor. Consciente disso, Ricardo Young, candidato do Partido Verde ao Senado por São Paulo decidiu apostar alto na relação com os eleitores do estado e fazer uso intensivo da internet.

Como a propaganda eleitoral permite que os candidatos tenham liberdade total para utilizar blogs e sites de redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, entre outros, o eleitor/internauta poderá, portanto, trocar mensagens com o senador, debater temas recorrentes da política brasileira, ler artigos e comentários, além de assistir a vídeos, ver fotos dos eventos, e acompanhar em tempo real a sua agenda.

A principal ferramenta será o blog do candidato. Lá serão publicados artigos do Ricardo, notícias sobre a sua campanha, informações de sua agenda, clipping do PV, vídeos, fotos, sempre com um espaço reservado para o internauta deixar a sua opinião. Será disponibilizado também, um espaço para os eleitores se afiliarem a campanha do Senador.

Mas você também pode seguir o Senador Ricardo Young no Twitter (@ryoungpv), no Facebook (Ricardo Young), no Orkut (Ricardo Young), além de ver as fotos da campanha no Flickr e assistir aos vídeos pelo seu canal do Youtube.

Endereços:
Blog: www.ricardoyoung.com.br
Twitter: www.twitter.com/ryoungpv
Flickr: http://www.flickr.com/photos/ryoungpv/
Youtube: http://www.youtube.com/ryoungpv
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=9095050634027041367
Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100001175889386

Mapa das candidaturas verdes

Além de Marina Silva disputando a Presidência da República, o Partido Verde tem candidaturas aos governos de 11 estados do Brasil. Confira no mapa abaixo, onde você vai votar no 43:


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