Convenção Nacional 2009:

PV para além de 2010

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O Acre de Chico, Marina, Julinho e Elenira:

Encontro de reconstrução do PV-AC

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PV conta sua História:

Resumo histórico atualizado

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RedePV:

Conecte-se com verdes de todo o Brasil

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História:

A propaganda partidária de 1991

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Propaganda 2009:

Veja a propaganda que foi ao ar no dia 21/5

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Notícias do PV-SP: 3.7.2009

03/jul/2009 por Partido Verde | 0

Prefeitura promove formatura da Educação de Jovens e Adultos na próxima semana


Escolas da rede municipal de Itu participam da Campanha do Agasalho


Prefeito Herculano participa do lançamento de projeto de apoio ao microempreendedor


Promissão atinge meta e continua com vacinação contra paralisia infantil

“Criamos uma maioria no meio cultural”, diz Juca Ferreira

02/jul/2009 por Partido Verde | 0

Do jornal A Tarde (BA):

Em entrevista ao jornal A Tarde, ministro Juca Ferreira justifica o favorecimento aos seus conterrâneos e à atriz Fernanda Montenegro, diz que Profic vai ao Congresso até o dia 17 de julho e que não há resistência ao seu projeto de lei. Contraria o princípio da “Política Gil” de que o Estado não deve ser produtor de cultura e declara-se vítima de ataque de site ligado a “despachantes”.

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Cabral enfrentaria Gabeira, diz GPP

02/jul/2009 por Partido Verde | 0

Do Jornal do Brasil:

Uma pesquisa do Instituto GPP com eleitores do estado do Rio, encomendada pelo Partido Verde para medir a aceitação do público ao deputado federal Fernando Gabeira, o segundo colocado nas eleições municipais de 2008 teria 24% das intenções de voto contra 36% no atual governador, Sergio Cabral. Anthony Garotinho, que recentemente se filiou ao PR, teria 20% das intenções de voto no estado.

Dividindo o estado em cinco regiões, Gabeira só teria uma grande vantagem na capital fluminense, onde receberia 38,2% dos votos, segundo a pesquisa, enquanto Cabral teria 32%. Nas outras quatro regiões (Baixada, Periferia Norte, Região Serrana e Sul Fluminense, Baixada Litorânea), o atual governador, que é do PMDB, nunca fica abaixo dos 36%, enquanto gabeira oscila fortemente, entre 8,3% e 30,5%, dependendo da região.

A pesquisa também mostrou a alta aprovação de Lula no estado. Cerca de 52% deram contação máxima à gestão do presidente (boa), com aopenas 10% achando-a ruim. No caso de Cabral, 41,8% consideram sua administração “mais ou menos”, 21,5% ruim e 27,7 acham boa. No caso do prefeito Eduardo Paes (PMDB), a aprovação também se mostrou dividida. 28,2% acham sua adminstração boa, enquanto 34% consideram-na “mais ou menos” e 31,1%, ruim.

Nas intenções de voto para senador, a pesquisa aponta a liderança do atual senador fluminense Marcelo Crivella (PRB), aparece bem na frente, com Gabeira em segundo e Cesar maia em terceiro.

Metodologia

A pesquisa foi realizada para o Partido Verde nos dias 20 e 21 de junho de 2009 em todo o estado do Rio. Foram entrevistados 2.000 eleitores. A abordagem foi totalmente domiciliar, ou seja, todas as entrevistas foram residenciais.

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01/jul/2009 por Partido Verde | 0

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Notícias do PV-SP: 1.7.2009

01/jul/2009 por Partido Verde | 1

São Caetano dá posse ao Conselho de Defesa do Meio Ambiente


Para Tóffano, Partido Verde é a grande alternativa do século XXI


A mulher e a política


Exploração e abuso sexual ao menor é tema de conferência em Capela do Alto


Coleta de óleo de cozinha é uma das prioridades pelo Meio Ambiente


Kiko e Pipoca tem encontro com secretário Estadual da Saúde


Consórcio PCJ inaugura Casa Modelo com presença de autoridades


Jovens piracaienses juram à Bandeira na Câmara Municipal de Piracaia


Conselho de Educação Física apoia deputado Sardelli e o projeto de artes marciais


“Conferência de Igualdade Racial”


Prefeitura de Jaú vai instalar Escola de Educação Ambiental.


Hospital Municipal de Mogi Guaçu ganha nova enfermaria


Vereadores fizeram vistoria em depósito das Indústrias Nucleares do Brasil

Juca Ferreira: Por uma Lei Rouanet sem exclusão

30/jun/2009 por Partido Verde | 0

Do Ministro da Cultura, Juca Ferreira (PV-BA), no Jornal do Brasil:

As mudanças na Lei Rouanet vão permitir a adoção de critérios e modalidades de financiamento que enxerguem os artistas e produtores culturais como um conjunto diverso e se relacionem com todos eles respeitando suas singularidades.

Desde 2003 – quando o presidente Lula nomeou Gilberto Gil – o Ministério da Cultura vem pautando toda sua ação considerando sempre três diretrizes: a dimensão simbólica; o direito de acesso de todos os brasileiros; e a economia da cultura.

Mais do que um código normativo, essas três diretrizes fundamentam o nosso compromisso de produzir políticas à altura da grandeza da cultura brasileira. Isso significa um ministério para os que criam, para os que fazem e para os cidadãos, que têm direito de acesso pleno à cultura. Um ministério que assume a complexidade: arte e artistas, palco e plateia, consumidores e criadores, invenção e continuidade, rurais e urbanos, tradição e ruptura. O ministério tem compromisso e obrigações com todo o conjunto da cultura e da arte brasileira e são essas complexidade e abrangência que definem a cartografia das políticas culturais.

Estamos, nestes seis anos, consolidando com muito diálogo esse novo patamar da política pública de cultura. Não acreditamos em política pública construída dentro de gabinetes de repartições públicas. No decorrer desses seis anos, estamos conquistando o apoio, a confiança e o envolvimento direto dos artistas brasileiros.

Todos os artistas e produtores culturais merecem o apoio e o carinho de todo o Brasil pelo significado da arte e da cultura para a vida de todos nós. Os grandes artistas gozam do afeto e do reconhecimento por parte da população. Como prescindir deles?

Quando o financiamento e o incentivo se mostram injustos para muitos, como ocorre hoje em função da falta de critérios da Lei Rouanet, perdemos todos – e toda a vida cultural se empobrece.

Sabemos que a cultura precisa de muito mais recursos. Mas, acreditamos que o bom uso dos recursos públicos, de forma criteriosa e com distribuição mais justa é igualmente importante. E é do interesse de toda a sociedade e de todos os artistas e produtores culturais.

Hoje, apenas 3% dos proponentes ficam com mais da metade desses recursos. Mais de 80% do financiamento e incentivo vai para alguns produtores de duas cidades apenas, e da mesma região do Brasil. Apenas um, em cada cinco projetos credenciados pelo MinC, consegue patrocinador. Enquanto isso, a maior parte das cidades e Estados brasileiros não possui equipamentos culturais, e seus artistas e criadores não têm acesso a recursos federais. O nosso patrimônio cultural permanece vulnerável e ameaçado pela insuficiência de recursos. A soma dos recursos disponíveis sem critérios públicos corresponde a 80% do que o Ministério da Cultura tem para destinar à produção cultural da sociedade. Os dados e números são muito contundentes e permitem tirarmos a conclusão de que a cultura brasileira não cabe dentro da renúncia fiscal.

Nas músicas, peças, exposições e filmes há uma riqueza de estilos, olhares, visões de mundo e de formas de representação e inovação. Quando ampliamos o sentido de cultura para além das artes, assumimos a própria complexidade da vida, presente em saberes, fazeres, ritos, modos e meios de ser e de se expressar do povo brasileiro, um rico patrimônio em permanente expansão. A maior riqueza do país.

A formação de novas gerações de talentos, a garantia dos espaços e do apoio aos grupos que desenvolvem esteticamente e se utilizam de múltiplas formas de experimentação e o fim da centralidade do mecenato como guichê único são mudanças positivas para artistas de todas as regiões e perfis. Para quem já é reconhecido ou se encontra no começo da carreira; para quem realiza o seu trabalho na contramão do gosto popular; ou para quem busca um diálogo com o grande público. Uma política cultural deve ser grande o suficiente para incorporar modalidades, inflexões, sensibilidades e concepções distintas, sem preconceito. Do artista consagrado e reconhecido ao mais anônimo. A necessidade de apoio do Estado às artes e à cultura em suas múltiplas manifestações é uma realidade em todo o mundo.

As mudanças na atual lei de fomento e incentivo à cultura que serão discutidas no Congresso vão permitir a adoção de critérios e modalidades de financiamento que enxerguem estes diferentes artistas da forma que eles são: singulares, diferentes entre si. É perfeitamente possível evitar desperdícios de um dinheiro escasso, e aplicar com maior responsabilidade o recurso público dos contribuintes destinados à cultura. É perfeitamente possível distribuir melhor o recurso por todo território, por todos os segmentos, garantir preços acessíveis à população e incluir uma parcela imensa da sociedade brasileira no usufruto do acesso à cultura.

A política cultural deve contribuir para o aprimoramento das linguagens e para a qualificação das manifestações culturais, tornar a arte e a cultura acessíveis a todos os brasileiros e fortalecer a economia da cultura.

Pensamos que o ministério da cultura deve criar as condições para ampliar o acesso do público às obras dos grandes artistas e criadores e apoiar os novos talentos ainda fora do circuito; ambos devem ter formas diferentes de financiamento.

Devemos superar essas dicotomias – destituídas de qualquer inteligência – entre estados, regiões, entre linguagens e áreas da cultura, entre artistas. A importância e relevância de uns não pode significar a exclusão de outros. A falta de critérios tem gerado desperdício e mau uso de recursos, privilégios e exclusões.

É nossa obrigação, portanto, consolidar uma política ampla que harmonize criação e técnica, com meios de produção acessíveis a mais gente, solidária com todo o mundo diverso da cultura, com tudo que nos dá sentido e nos faz singulares como povo e nação, dentro dessa coexistência, dessa mestiçagem, nesse processo permanente de construção e ressignificação. Precisamos estar à altura da criatividade do povo brasileiro.

SP: Cine PV exibe filmes sobre temática Socioambiental

30/jun/2009 por Partido Verde | 0

O Diretório Estadual do Partido Verde inaugura dia 16 de julho, às 19 horas, o projeto “Cine PV”, que a cada 15 dias irá exibir filmes sobre os temas ligados às questões ambientais, complementando os conteúdos que têm sido debatidos nas edições do Fórum Permanente de Discussão e Capacitação.

O primeiro filme a ser exibido será “A 11ª Hora”, um documentário dirigido e apresentado por Leonardo DiCaprio, sobre as mudanças climáticas que ameaçam o planeta e conta também com o testemunho de cientistas que lutam pelo restabelecimento do equilíbrio da relação entre o homem e o meio ambiente.

A entrada é gratuita, mas as vagas são limitadas, por isso é importante reservar lugar pelo telefone (11) 3628-4300 com Thulio. Confira a programação (sujeita a alteração).

O endereço do Diretório Estadual é rua Bartolomeu de Gusmão, 30 – Vila Mariana – SP.

Programação Cine PV
Dia 16/07 – A 11ª Hora
Dia 06/08 – SOS Saúde
Dia 20/08 – Cruzando o deserto Verde
Dia 03/09 – Energias Renováveis
Dia 24/09 – Ponto de Mutação
Dia 01/10 – A Ponte
Dia 15/10 – O pesadelo de Darwin
Dia 05/11 – Fontes de Energia
Dia 19/11 – Ser e Ter
Dia 03/12 – Mudanças no Clima, mudanças na Vida

Para mais informações: www.pvsp.org.br

Deputado do PV denuncia intimidação da Record

30/jun/2009 por Partido Verde | 0

O deputado federal Edson Duarte (PV-BA) está indignado com o que considera uma tentativa absurda de intimidação que está sofrendo por parte da Rede Record de TV. Tudo por conta de um projeto de lei que o parlamentar apresentou em 2008, ainda em tramitação nas comissões, que obriga as emissoras de TV que venderem horários da sua grade de programação para terceiros a repassarem parte do valor recebido para os cofres da união.

O argumento é que como as emissoras de TV são concessões públicas, não é justo que elas vendam os horários, que recebem gratuitamente, sem repassar nenhum centavo para o Tesouro Nacional. Edson Duarte disse que o projeto foi resultado de suas participações em congressos e debates sobre a democratização da comunicação, dos quais participaram representantes de emissoras de rários e Tvs comunitárias.

Sua indignação decorre do fato de que, em vez de tentar derrubar o projeto – usando os parlamentares que são seus liados -, a Rede Record estaria tentando intimidá-lo. Primeiro, segundo ele, foi um diretor da rede que deu plantão durante mais de uma semana em seu gabinete, tentando convencê-lo a retirar o projeto; depois foi uma mensagem direta, que lhe foi transmitida pelo deputado Bispo Márcio Marinho (PR), recomendando que ele retirasse o projeto, “porque não seria bom eu pegar uma briga com a Record”.

Como resistiu às duas tentativas, Edson Duarte diz que foi surpreendido com um ataque gratuito, nesta sexta-feira, no programa de Raimundo Varela, na TV Itapoan, no qual teria sido apontado como farrista do dinheiro público. Ele realmente foi citado como um dos deputados que usaram a cota de passagens aéreas para viagens, mas como já deu explicações sobre isto e não houve nenhum fato novo que justificasse a matéria do programa, o parlamentar acha que foi a terceira tentativa de intimidação que sofreu.

“Acho lamentável que uma emissora de TV use o seu poder como veículo de comunicação para intimidar um deputado”, denuncia Duarte, afirmando que vai levar o assunto à Mesa Diretora da Câmara Federal e consultar advogados para ver quais medidas legais tomará para se proteger dos ataques que, a seu ver, deverão continuar, pois não pretende retirar o projeto.

(ASCOM PV BAHIA)

SP: Vereadores fizeram vistoria em depósito das Indústrias Nucleares do Brasil

30/jun/2009 por Partido Verde | 0

Vereadores na INB_fotoFábiaRenata

Na manhã desta segunda-feira (29/06), vereadores integrantes da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Danos Ambientais, entre eles o vereador Penna (PV), fizeram uma vistoria no depósito das Indústrias Nucleares do Brasil (INB) para verificar as condições de armazenamento dos rejeitos da antiga Nuclemon, que extraía areia monazítica na região sul da capital.

Segundo Valter Mortágua, responsável por este depósito da INB que fica no cruzamento das avenidas Interlagos e Miguel Yunes, o material (resíduos de processamento químico de tório e urânio) estocado desde a década de 90 ainda não foi removido porque não encontraram um destino adequado.

“Fizemos a vistoria, está tudo normal, mas o fato é que este material precisa ser retirado. A região, que antes era industrial, agora está se tornando residencial e esse lixo radioativo tem que sair dali”, disse o vereador Penna, que foi acompanhado por Sérgio Dialetachi, especialista em energia nuclear e consultor da Fundação Heinrich Boell, do PV alemão, para os assuntos de energia e clima.

Mortágua levou os vereadores pessoalmente para verificar as instalações do galpão onde estão armazenados os rejeitos radioativos. Não foi encontrada nenhuma irregularidade. Todo o material está armazenado em tambores plásticos ou de ferro e em contêineres, tudo sobre piso de concreto, em local de acesso controlado.

“Estamos fazendo toda a remediação necessária. Analisamos cerca de 1200 poços, em mil descemos a uma profundidade de um metro e em 200 a seis metros. Apesar de termos encontrado alguma terra contaminada, que será retirada e armazenada no galpão, não encontramos contaminantes no lençol freático”, garantiu Mortágua.

Galões com material radioativo na INB_fotoFábiaRenata

Também participaram da inspeção representantes do DECONT – Departamento de Controle Ambiental da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, da CETESB (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental) e o Subprefeito de Santo Amaro, Manoel Antonio da Silva Araújo.

Nesta terça-feira (30/06), às 10 horas, a CPI dos Danos Ambientais se reunirá pela última vez antes do recesso parlamentar. Os trabalhos serão retomados no dia 04 de agosto.

Fórum de Capacitação – PV-SP

29/jun/2009 por Partido Verde | 0

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