Do Paraná Online:

Pelo PV, uma grande festa está sendo preparada na Sociedade Morgenau. O lançamento do ex-vereador de Curitiba, Paulo Salamuni, como candidato a governador terá a presença da presidenciável do partido, senadora Marina Silva.

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Em solo pernambucano para participar da convenção do PV que confirmou o nome de Sérgio Xavier para disputar o Governo do Estado, o presidente nacional do partido, José Luiz Penna, se mostrou otimista para as eleições presidenciais de outubro. Ele acredita que Marina Silva, candidata para a sucessão de Lula (PT), tem chances de passar para um eventual segundo turno. “Qualquer pessoa que passe dos 10% das intenções de voto nas pesquisa tem chances de ir para um segundo turno. E nas nossas pesquisas internas, ela passa dos 15%”, garantiu.

Para Penna, o partido dará um grande passo com a candidatura própria às eleições presidenciais: conscientizar a população. “Ter uma mulher disputando a presidência já é por si uma grande bandeira. Mas o importante é que a gente comece a formar uma sociedade com baixo consumo de carbono, uma sociedade sustentável. Essa é a nossa ideia principal”, destacou, durante a convenção do partido, no Centro de Convenções, em Olinda.

Via Blog da Folha (PE).

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O Partido Verde anunciou, na manhã deste domingo (27/6), o presidente do partido Eduardo Brandão como candidato ao Governo do Distrito Federal. Esta é a primeira vez que o PV lança um nome ao Buriti. A decisão foi tomada pela executiva do partido em convenção nesta manhã, em um auditório do Edifício Central Park, no Setor Comercial Sul.

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Do Diário do Nordeste:

O Partido Verde do Ceará também decidiu ter candidato próprio ao Governo do Estado e homologará o nome do ex-prefeito de Maranguape, Marcelo Silva (PV), atual presidente da Executiva Estadual da sigla. O anúncio foi feito durante a sessão de ontem na Câmara Municipal de Fortaleza pelo vereador Roberto Mesquita (PV).

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Do Portal Terra:

“A questão ambiental não é tratar de florestas. Essa á uma visão pequena”. Assim se refere Guilherme Leal, vice da candidata à presidência da República Marina Silva (PV), ao projeto que o partido propõe para o Brasil. Para o fundador da Natura, que se aventura pela primeira vez na política partidária, quem acha que a agenda ambiental está limitada a um tema, ele explica: “Quando falamos de incorporar a questão ambiental, falamos sobre onde vivemos. São as cidades, é o transporte, é a saúde, é toda a nossa vida. (…) Na verdade, estamos falando de uma nova revolução industrial”.

Leia a entrevista completa.

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Do site Cidade Verde:

Com voz embargada a vereadora Teresa Brito anunciou nesta quinta-feira (24) que é a pré-candidata do PV ao governo do Estado. Ela que foi eleita com mais de sete mil votos em Teresina, é psicóloga, decidiu renuncia a candidatura de deputado estadual para montar palanque para a Marina Silva, presidenciável do PV.

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Marina no Roda Viva

Do Blog da Marina:

Marina participou nesta quarta-feira (14) do programa Roda Viva, da TV Cultura. A entrevista, realizada ao vivo, foi mediada pelo jornalista Heródoto Barbeiro e contou com a participação de Merval Pereira, membro do conselho das organizações Globo, comentarista da rádio CBN e do Globo News; Marcelo Beraba, editor-chefe do jornal O Estado de S. Paulo; Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha de S. Paulo e Vera Brandimarte, representante do Valor Econômico.

Educação

Veja mais vídeos da participação de Marina no Roda Viva.

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Do Blog da Marina:

O programa Roda Viva, da TV Cultura, começa sua série de discussões sobre a disputa eleitoral com a candidata Marina Silva. Hoje, a presidenciável participa da sabatina com os jornalistas a partir das 22h.

Os internautas podem colaborar com perguntas enviadas pelo site do programa.

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Do blog de Alfredo Sirkis (RJ):

Há uma clara ação de origem petista para tentar desgastar a candidatura de Marina em setores da classe média e, em particular, entre o público gay e feminista. Já foram identificado pelos marqueteiros adversários como motes a serem explorados termas como casamento gay, aborto e drogas pelo lado avesso do que em geral são explorados pela direita mas com igual dose de preconceito e intolerância. A imprensa que tem uma enorme dificuldade de lidar com nuances e sutileza, prefere simplificar grosseiramente essas questões quando não deturpa-las completamente.

Na segunda-feira, por exemplo, na reportagem sobre a parada gay, no Rio, a matéria de O Globo faz exatamente isso. Insinua erradamente que Marina é contra a união civil de pessoas do mesmo sexo e busca aspas de uma das participantes da parada a partir desse pressuposto. A partir daí extrai uma “declaração de não voto” em Marina. Essa é apenas uma de muitas matérias análogas nesse vicio jornalístico do “ouviu o galo cantar mas não sabe aonde”.

Por isso é bom clarificar as posições de Marina bem como as programáticas do Partido Verde sobre esses temas as vezes chamados de “malditos” que contêm questões de cidadania importantes mas que em campanha eleitoral quase sempre são instrumentalizadas como cascas de banana.

1) União civil de pessoas do mesmo sexo ou “casamento gay”?

Um partido laico como o nosso, uma candidatura laica como a de Marina e um estado laico como desejamos que continue a ser o brasileiro não discute “casamento gay”, uma expressão carregada de subjetividade negativa, mas o direito de pessoas do mesmo sexo à união civil estável para todos os efeitos com mesmos direitos e deveres do matrimonio civil.

Marina já se declarou favorável a isso de forma clara, inequívoca.

Ela permite-se, no entanto, evitar utilizar a expressão “casamento gay” porque isso fere sua sensibilidade religiosa –e a de milhões de brasileiros– que acreditam no casamento pela sua definição bíblica de união entre homem e mulher.

Qual o efeito prático dessa distinção semântica para o reconhecimento do exercício cidadão desse direito? Nenhum! Nesse caso não se trata sequer de uma divergência entre Marina e o programa do PV que pudesse ensejar recurso à “cláusula de consciência”. Marina é a favor do pleno reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo e ponto final.

2) Aborto

Nesse caso existe, de fato, uma diferença entre nós. Os verdes programaticamente defendem a descriminalização da interrupção voluntária da gravidez por decisão da mulher e Marina como milhões de outras pessoas em todos os partidos é contrária a isso por motivo religioso.

A diferença aqui não é ser “a favor” ou “contra” o aborto mas a questão de qual a melhor estratégia para diminuir o sofrimento humano e ir desestimulando a prática do aborto até, idealmente, fazê-lo desaparecer. Os verdes estão convencidos que seria mais correto descriminaliza-lo acabando com a hipocrisia reinante no país onde o aborto é amplamente praticado e tolerado –em clinicas com nome de santo…– de uma maneira deletéria sobretudo às mulheres pobres e agenciadora da corrupção policial.

Por motivos religiosos Marina é contrária à legalização do aborto mas defende a realização de um plebiscito sobre o tema. Se ele fosse realizado hoje provavelmente a posição contrária venceria mas, no futuro, pode acontecer o que sucedeu em Portugal.

Nessa caso temos uma diferença que é superada pela afirmação laica do caminho democrático de arbitragem do tema: o voto popular de uma república laica.

3) Drogas

Temos aqui questão parecida. O PV defende a descriminalização da canabis que para todos efeitos já é praticamente vigente no país e defende que se comece a discutir a questão da legalização das drogas, em geral, como caminho de passagem do problema da esfera do morticínio na disputa armada do mercado das drogas para o campo da saúde pública, embora não proponha isso a curto prazo e sim dentro de uma concertação internacional a longo prazo.

Essa posição não implica em nenhuma defesa ou promoção do uso de drogas mas de uma análise lúcida da realidade sob a ótica da redução de sofrimento em sociedades onde a droga jamais deixará de existir pela força da repressão e onde produz um sofrimento infinitamente maior pela guerra do que pela eventual intoxicação e dependência das substâncias. Marina não é favorável a esta nossa visão expressa no programa verde e recorre à objeção de consciência defendendo também neste caso o recurso ao plebiscito. Podemos viver com isso.

Numa campanha eleitoral a nuance é um problema. É muito mais fácil ser “contra” ou “a favor” preto no branco sem meios tons dúvidas ou nuances. Mas a vida os tem mais do que soe admitir nossa vã filosofia de direita e esquerda conservadoras. Nela abundam os meios tons as nuances e complexidades. O fato dos verdes colocarem essas questões fora das simplificações grosseiras e dos maniqueismos tolos é ponto a favor de uma nova política.

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