Do Portal Terra:

“A questão ambiental não é tratar de florestas. Essa á uma visão pequena”. Assim se refere Guilherme Leal, vice da candidata à presidência da República Marina Silva (PV), ao projeto que o partido propõe para o Brasil. Para o fundador da Natura, que se aventura pela primeira vez na política partidária, quem acha que a agenda ambiental está limitada a um tema, ele explica: “Quando falamos de incorporar a questão ambiental, falamos sobre onde vivemos. São as cidades, é o transporte, é a saúde, é toda a nossa vida. (…) Na verdade, estamos falando de uma nova revolução industrial”.

Leia a entrevista completa.

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

Marina no Roda Viva

Do Blog da Marina:

Marina participou nesta quarta-feira (14) do programa Roda Viva, da TV Cultura. A entrevista, realizada ao vivo, foi mediada pelo jornalista Heródoto Barbeiro e contou com a participação de Merval Pereira, membro do conselho das organizações Globo, comentarista da rádio CBN e do Globo News; Marcelo Beraba, editor-chefe do jornal O Estado de S. Paulo; Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha de S. Paulo e Vera Brandimarte, representante do Valor Econômico.

Educação

Veja mais vídeos da participação de Marina no Roda Viva.

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

Do Blog da Marina:

O programa Roda Viva, da TV Cultura, começa sua série de discussões sobre a disputa eleitoral com a candidata Marina Silva. Hoje, a presidenciável participa da sabatina com os jornalistas a partir das 22h.

Os internautas podem colaborar com perguntas enviadas pelo site do programa.

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace
Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

Do blog de Alfredo Sirkis (RJ):

Há uma clara ação de origem petista para tentar desgastar a candidatura de Marina em setores da classe média e, em particular, entre o público gay e feminista. Já foram identificado pelos marqueteiros adversários como motes a serem explorados termas como casamento gay, aborto e drogas pelo lado avesso do que em geral são explorados pela direita mas com igual dose de preconceito e intolerância. A imprensa que tem uma enorme dificuldade de lidar com nuances e sutileza, prefere simplificar grosseiramente essas questões quando não deturpa-las completamente.

Na segunda-feira, por exemplo, na reportagem sobre a parada gay, no Rio, a matéria de O Globo faz exatamente isso. Insinua erradamente que Marina é contra a união civil de pessoas do mesmo sexo e busca aspas de uma das participantes da parada a partir desse pressuposto. A partir daí extrai uma “declaração de não voto” em Marina. Essa é apenas uma de muitas matérias análogas nesse vicio jornalístico do “ouviu o galo cantar mas não sabe aonde”.

Por isso é bom clarificar as posições de Marina bem como as programáticas do Partido Verde sobre esses temas as vezes chamados de “malditos” que contêm questões de cidadania importantes mas que em campanha eleitoral quase sempre são instrumentalizadas como cascas de banana.

1) União civil de pessoas do mesmo sexo ou “casamento gay”?

Um partido laico como o nosso, uma candidatura laica como a de Marina e um estado laico como desejamos que continue a ser o brasileiro não discute “casamento gay”, uma expressão carregada de subjetividade negativa, mas o direito de pessoas do mesmo sexo à união civil estável para todos os efeitos com mesmos direitos e deveres do matrimonio civil.

Marina já se declarou favorável a isso de forma clara, inequívoca.

Ela permite-se, no entanto, evitar utilizar a expressão “casamento gay” porque isso fere sua sensibilidade religiosa –e a de milhões de brasileiros– que acreditam no casamento pela sua definição bíblica de união entre homem e mulher.

Qual o efeito prático dessa distinção semântica para o reconhecimento do exercício cidadão desse direito? Nenhum! Nesse caso não se trata sequer de uma divergência entre Marina e o programa do PV que pudesse ensejar recurso à “cláusula de consciência”. Marina é a favor do pleno reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo e ponto final.

2) Aborto

Nesse caso existe, de fato, uma diferença entre nós. Os verdes programaticamente defendem a descriminalização da interrupção voluntária da gravidez por decisão da mulher e Marina como milhões de outras pessoas em todos os partidos é contrária a isso por motivo religioso.

A diferença aqui não é ser “a favor” ou “contra” o aborto mas a questão de qual a melhor estratégia para diminuir o sofrimento humano e ir desestimulando a prática do aborto até, idealmente, fazê-lo desaparecer. Os verdes estão convencidos que seria mais correto descriminaliza-lo acabando com a hipocrisia reinante no país onde o aborto é amplamente praticado e tolerado –em clinicas com nome de santo…– de uma maneira deletéria sobretudo às mulheres pobres e agenciadora da corrupção policial.

Por motivos religiosos Marina é contrária à legalização do aborto mas defende a realização de um plebiscito sobre o tema. Se ele fosse realizado hoje provavelmente a posição contrária venceria mas, no futuro, pode acontecer o que sucedeu em Portugal.

Nessa caso temos uma diferença que é superada pela afirmação laica do caminho democrático de arbitragem do tema: o voto popular de uma república laica.

3) Drogas

Temos aqui questão parecida. O PV defende a descriminalização da canabis que para todos efeitos já é praticamente vigente no país e defende que se comece a discutir a questão da legalização das drogas, em geral, como caminho de passagem do problema da esfera do morticínio na disputa armada do mercado das drogas para o campo da saúde pública, embora não proponha isso a curto prazo e sim dentro de uma concertação internacional a longo prazo.

Essa posição não implica em nenhuma defesa ou promoção do uso de drogas mas de uma análise lúcida da realidade sob a ótica da redução de sofrimento em sociedades onde a droga jamais deixará de existir pela força da repressão e onde produz um sofrimento infinitamente maior pela guerra do que pela eventual intoxicação e dependência das substâncias. Marina não é favorável a esta nossa visão expressa no programa verde e recorre à objeção de consciência defendendo também neste caso o recurso ao plebiscito. Podemos viver com isso.

Numa campanha eleitoral a nuance é um problema. É muito mais fácil ser “contra” ou “a favor” preto no branco sem meios tons dúvidas ou nuances. Mas a vida os tem mais do que soe admitir nossa vã filosofia de direita e esquerda conservadoras. Nela abundam os meios tons as nuances e complexidades. O fato dos verdes colocarem essas questões fora das simplificações grosseiras e dos maniqueismos tolos é ponto a favor de uma nova política.

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

São Paulo, 2 de junho de 2010 – A pré-candidata do PV à Presidência da República, senadora Marina Silva (AC), afirmou, em entrevista ao Terra TV, que é favorável ao direito dos homossexuais à união civil de bens.

“É um direito (a união civil de bens) que as pessoas têm. Se as pessoas têm um patrimônio junto, por que não podem usufruir desse patrimônio? Se têm uma união estável, por que não podem ser beneficiários do mesmo plano de saúde?”, indagou Marina para na sequência declarar seu apoio à reivindicação do movimento LGBT.

Até hoje tramitam no Congresso Nacional projetos que regulamentam o assunto, entre eles o da então deputada Marta Suplicy (PT-SP), conforme destacou a presidenciável.

Marina esclareceu que faz distinção entre união civil e casamento. “Entendo casamento como um sacramento”, afirmou. Para ela, um relacionamento homossexual não pode ser enquadrado nessa categoria. A presidenciável afirmou que esse posicionamento se deve a sua profissão de fé. Marina é cristã evangélica.

“Prefiro que o movimento gay olhe para mim e diga que a Marina nesse aspecto (conceito de casamento) não pensa igual a mim”, declarou para justificar a transparência que considera essencial na abordagem do tema.

Ressaltou que um Estado laico deve assegurar os direitos de todos e para todos. Criticou aqueles que, em período eleitoral, mudam de opinião sobre questões como crença religiosa e aborto de acordo com as pressões de parcelas do eleitorado.

“Eu defendo a diversidade e não vejo por que não possa ter o direito ao meu ponto de vista. As pessoas precisam saber claramente que este ponto de vista não vai cercear os direitos do cidadão e da cidadã”, concluiu a pré-candidata do PV.

Veja a resposta de Marina no link: http://terratv.terra.com.br/Noticias/Especiais/Eleicoes-2010/4823-305812/Marina-nao-se-opoe-a-uniao-civil-de-bens-entre-gays.htm

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

No próximo dia 16 de maio, domingo, faremos o lançamento da pré candidatura da senadora MarinaSilva a Presidência da República.

Será em NovaIguaçú, no Estado do Rio de Janeiro, na RIO SAMPA, na Rodovia Presidente Dutra,km 177, nº 14.000, a partir de 10:00 horas.

A inscrição deveráser efetuada através do site nacional do PV: www.pv.org.br

Sua presença é fundamental!

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

Marina no SBT Brasil

Em entrevista ao jornal do SBT, a pré-candidata a presidência pelo PV, Marina Silva, pondera todas as suas respostas.

Segundo ela, a educação é a principal bandeira que deve ser defendida. “Se não investirmos em educação, teremos um colapso nos recursos humanos e já está claro que a educação é o melhor caminho para a evolução de um país”

Para ela, não é possível comparar o estilo dela com o de Carlos Minc da pasta do Ministério do Meio Ambiente. “Deixamos políticas com boas bases para que pudessem ser continuadas, já tinhamos vários planos e a imagem dele é mais uma questão de estilos diferentes. Sai do ministério porque não tinha mais o apoio para as políticas que acreditavamos”.

Respondendo as perguntas de forma branda, Marina evitou atacar seus adversários e preferiu inclusive apontar aspectos positivos neles. A pré-candidata tem trinta segundo para falar sobre cada assunto.

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace

Do jornal A Tarde (BA)

A senadora e pré-candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva (AC), mostrou um inesperado jogo de cintura ontem, ao participar do quadro O povo quer saber, do programa humorístico CQC, na Rede Bandeirantes.

Veja o vídeo:

Divulgue:
  • email
  • Print
  • PDF
  • Facebook
  • Twitter
  • Google Bookmarks
  • Live
  • MySpace
  • Fotos do PV

    Marina e os candidatos majoritarios do PVConvençao NacionalConvençao Nacional 2010Convençao Nacional 2010Convençao Nacional 2010Convençao Nacional 2010Convençao NacionalEncontro Regional Amazonico